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COMUNICADOS

É hora de liberar plenamente o potencial das mulheres

  
Mensagem do Dr. Babatunde Osotimehin, Diretor Executivo do UNFPA, pelo Dia Internacional da Mulher

 

Comemoramos hoje o Dia Internacional da Mulher e, mais uma vez, declaramos a nossa fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e valor da pessoa humana, e na igualdade de direitos entre homens e mulheres. No momento em que a população mundial se aproxima dos 7 bilhões de pessoas, é hora de liberar todo o potencial de metade da população mundial.

 

Quando as meninas têm os mesmos direitos à educação e, quando mulheres, homens e jovens podem reivindicar seus direitos à saúde sexual e reprodutiva, nos aproximamos da igualdade. Quando as mulheres e casais podem planejar suas famílias e equilibrar o trabalho com a vida familiar, de acordo com as suas aspirações, nós ampliamos a igualdade de oportunidades. Quando uma mulher grávida não teme mais perder seu emprego e quando a maternidade não é mais fonte de discriminação no trabalho, promovemos a igualdade de direitos entre homens e mulheres.

 

Quando as meninas são educadas, gozam de boa saúde e podem evitar o casamento precoce, gravidez indesejada e o HIV, podem contribuir plenamente para a sociedade. O UNFPA continuará avançando, guiado por sua crença de que o progresso das mulheres é o progresso de todos.

 

Hoje, e todos os dias, eu e os meus colegas do UNFPA, o Fundo de População das Nações Unidas, vamos continuar promovendo a saúde reprodutiva e os direitos reprodutivos. Renovamos nosso compromisso de trabalhar com governos e entidades da sociedade civil para alcançar o acesso universal à educação e saúde reprodutiva até 2015.

 

Nos unimos aos nossos parceiros em todo o mundo, incluindo a recém-criada entidade ONU-Mulheres, na promoção da igualdade de gênero e da dignidade de todas e todos.

 

Mensagem de Michelle Bachelet, diretora-executiva da ONU Mulheres, pelo Dia Internacional da Mulher


Dia Internacional da Mulher, 2011
Momento de Transformar a Igualdade de Gênero em Realidade
Mensagem de Michelle Bachelet, Diretora Executiva, ONU Mulheres

Há cem anos atrás, as mulheres em todo mundo deram um passo histórico no longo caminho pela igualdade. O primeiro Dia Internacional da Mulher foi convocado para chamar a atenção sobre as condições de trabalho inaceitáveis  e muitas vezes perigosas que tantas mulheres enfrentaram no mundo. Embora a ocasião fosse comemorada em somente um punhado de países, esta levou milhões de mulheres para as ruas, onde exigiram não somente melhores condições de trabalho, mas também o direito de votar, de ocupar cargos e de desfrutar a igualdade de condições com os homens.
Tenho a suspeita de que esas valentes pioneiras enxergariam o mundo de hoje com uma mescla de orgulho e desilusão. São notáveis os progresos, tendo em vista que no século passado houve uma ampliação sem precendentes dos direitos jurídicos das mulheres. Certamente, é possível afirmar que o avanço dos direitos das mulheres é uma das revoluções sociais mais profundas que se tem visto no mundo.
Há cem anos atrás, as mulheres podiam votar em apenas dois países. Hoje esse direito é praticamente universal e as mulheres são eleitas para comandar governos em cada um dos continentes. Além disso, as mulheres ocupam cargos de direção em profissões em que antes estavam proibidas. Muito mais recente que há um século atrás, a policía, os tribunais e os vizinhos consideravam que a violência doméstica era um assunto meramente privado. Atualmente, dois terços dos países contam com leis específicas que penalizam a violência doméstica, enquanto que o Conselho de Segurança das Nações Unidas agora reconhece o emprego da violência sexual como uma tática de guerra deliberada.
Em que se pese os progresos alcançados no último século, as esperanças de igualdade expressadas neste primeiro Dia Internacional da Mulher estão longe de ser realizadas. Quase duas em cada três pessoas adultas analfabetas são mulheres. As meninas têm menos probabilidade de ir à escola do que os meninos. A cada 90 segundos, todos os dias, uma mulher morre durante a gravidez devido a complicações relacionadas ao parto, embora tenhamos conhecimento e os recursos para garantir um parto seguro.
Em todo o mundo, as mulheres ganham menos que os homens pelo mesmo trabalho. Em vários países, elas enfrentam a desigualdade de acesso à terra e aos direitos à herança. Embora existam avanços muito positivos, as mulheres ocupam somente 19% das cadeiras legislativas, são apenas 8% dos representantes nas negociações de paz e há 28% das mulheres que se dedicam como chefes de Estado ou governo.
Não são somente as mulheres quem pagam o preço desta discriminação. Todos sofremos por não aproveitar ao máximo o talento e o potencial da metade da população. Com isso estamos minando a qualidade das democracias, a força das economías, a saúde das sociedades e a sustentabilidade da paz. O tema prioritário do Dia Internacional da Mulher deste ano está focado no acesso igualitário das mulheres à educação, à capacitação, à ciência e à tecnología, destaca a necessidade de aproveitar este potencial.
A agenda para garantir a igualdade de gênero e os direitos das mulheres é uma agenda global, um desafio para cada país, seja rico ou pobre, do norte ou do sul. Foi em reconhecimento da universalidade e das recompensas de fazê-lo bem que as Nações Unidas uniram quatro organizações anteriores para criar a ONU Mulheres.
O objetivo deste novo órgão, que tenho o enorme privilégio de conduzir, consiste em estimular a todo o Sistema ONU para que cumpramos a promessa de igualdade de direitos para homens e mulheres, como estabelece a Carta da ONU. Isso é algo pelo que luto durante toda a minha vida.
Como mãe jovem e pediatra, passei pelo esforço de equilibrar família e profissão e observei como a ausência de creches impedia as mulheres de ter acesso ao trabalho remunerado. A oportunidade de ajudar a remover essas barreiras foi uma das razões pelas quais ingressei na política. Foi por isso que apoiei políticas que ampliaram os serviços de saúde e cuidado infantil para as famílias e que davam prioridade no gasto público para a proteção social.
Como presidenta trabalhei arduamente para criar a igualdade de oportunidades para que homens e mulheres contribuissem com seu talento e experiência aos desafios do nosso país. Foi por isso que propus um gabinete que tivesse igual número de homens e mulheres.
Como diretora-executiva da ONU Mulheres, quero usar minha vivência e o conhecimento e a experiência coletiva que tenho para incentivar o progresso rumo à verdadeira igualdade de gênero em todo o mundo. Trabalhemos, numa estreita articulação, com homens e mulheres, líderes e cidadãos, a sociedade civil, o setor privado e todo o Sistema ONU para ajudar os países a desenvolverem políticas, programas e orçamentos para cumprir este louvável objetivo.
Eu mesma já vi o que as mulheres, muitas vezes sob as circunstâncias mais difíceis, podem conquistar para suas famílis e sociedades se elas tiveram a oportunidade. A força, o trabalho e a sabedoria das mulheres continuam sendo os recursos mais desaproveitados da humanidade. Simplesmente não podemos nos dar o luxo de esperar outros 100 anos para libertar todo esse potencial.

ONU Mulheres celebra seu lançamento, no dia 24/2, em Nova York

O quê: ONU Mulheres, a nova organização das Nações Unidas dedicada ao empoderamento das mulheres, celebra o seu lançamento. Num evento que reúne música e filme traz juntos líderes políticos, lideranças eminentes de mulheres, personalidades da mídia e celebridades.

Quando: 24 de Fevereiro de 2011, das 20h30 às 22h (6:30 pm to 8:00 pm – horário de Nova York) 

 

Onde: Sede das Nações Unidas, Nova York, no Salão da Assembleia Geral


Jornalistas em Nova York: serão reservados 50 lugares para jornalistas credenciados. A confirmação de presença deve ser feita no dia 23 de Fevereiro de 2011 no site www.unwomen.org/rsvp/event/11.

 

A seção de fotos do Secretário-Geral Ban Ki-moon, da Diretora Executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet e demais porta-vozes convidados estará disponível para todos os jornalistas no Lounge Indonésia às 20h15 (6.15 pm – horário de Nova York).

 

A entrevista coletiva com a Diretora Executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet, e outros porta-vozes convidados acontecerá no East Foyer (próximo ao Salão da Assembleia Geral) às 21h45 (7:45 pm – horário de Nova York).

 
Jornalistas fora de Nova York: A celerbração será transmitida em webcast no site www.un.org/webcast.
Para pedidos de broadcast, contatar UNTV, James Ludlam, Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , +1.212.963.7650.
Fotografias  (http://flickr.com/gp/unwomen/g2eu9H) e press release (www.unwomen.org) serão distribuídos no dia do evento.

 

Porta-vozes da cerimônia

 

Organização das Nações Unidas: Presidente da Assembleia Geral, Joseph Deiss, Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, e Diretora Executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet.

Governamentais: Primeira Ministra de Trinidad e Tobago Kamla Persad Bissessar e Sua Alteza Real Princesa Cristina da Espanha


Sociedade Civil: Bandana Rana, ativista do Nepal


Paz e Segurança: Rakhi Sahi, ex-comandante former Commander of the all-Polícia Feminina da Libéria


Mídia: Christiane Amanpour, âncora da ABC News, fundadora da CNN e presidente da Fundação das Nações Unidas, criada por doação de Ted Turner.


Entretenimento: Embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres e atriz vencedora do Oscar, Nicole Kidman (via video link), atriz vencedora do Oscar Geena Davis, apresentação da canção “Uma Mulher”, composta para o evento.

 

Contato com a Imprensa: Gretchen Luchsinger, UN Women media specialist, +1.212.906.6506, +1.201.736.2945 (cell), Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

(10/12/2010) Mensagem do secretário-geral da ONU, Ban ki-Moon, por ocasião do Dia dos Direitos Humanos

 

Os direitos humanos são o fundamento da liberdade, da paz, do desenvolvimento e da justiça e estão no cerne do trabalho das Nações Unidas em todo o mundo.

As leis são indispensáveis para proteger e promover os direitos humanos, mas, muitas vezes, os progressos alcançados se devem a algumas pessoas: homens e mulheres corajosos que lutam pela proteção dos seus direitos e dos outros, decididos a torná-los uma realidade.

Este ano, dedicamos a celebração do Dia dos Direitos Humanos aos defensores destes direitos. Trata-se de um grupo muito variado de pessoas. Algumas pertencem a organizações da sociedade civil, outras são jornalistas ou, às vezes, cidadãos simples, levados a agir por terem sabido de abusos perto deles.

Partilham o compromisso de denunciar os abusos, de proteger os mais vulneráveis e de acabar com a impunidade. Têm a coragem de erguer sua voz contra a injustiça – atualmente também através da rede social Twitter –, em nome da liberdade e da dignidade humana.

Os defensores dos direitos humanos desempenham um papel fundamental na luta contra a discriminação, investigam as violações de direitos e ajudam as vítimas a conseguir apoio e acesso à justiça.

Muitas vezes, seu trabalho os coloca em situações de enorme risco. Os defensores dos direitos humanos são perseguidos, perdem seus empregos e são detidos injustamente. Em vários países, são torturados, agredidos e mesmo assassinados. Seus amigos e familiares são também alvo de perseguição e intimidação.

As mulheres que defendem os direitos humanos enfrentam riscos acrescidos e, por conseguinte, precisam de maior apoio.

O Dia dos Direitos Humanos é uma ocasião para prestar homenagem à coragem e as ações dos defensores de direitos humanos em todo o mundo e para prometer fazer ainda mais para proteger seu trabalho.

Os Estados são os principais responsáveis pela proteção dos defensores dos direitos humanos. Apelo aos Estados, para que garantam a liberdade de expressão e de associação, sem a qual os defensores dos direitos humanos não podem realizar o seu trabalho.

Quando a vida dos defensores de direitos humanos está em risco, devemos todos sentir-nos menos seguros. Quando as vozes dos defensores dos direitos humanos são silenciadas, é a justiça que, de fato, é amordaçada.

Neste Dia dos Direitos Humanos, inspiremo-nos na ação dos que não desistiram de criar um mundo mais justo. E lembremo-nos de que todos, independentemente da nossa origem ou formação, podemos ser defensores dos direitos humanos.

Utilizemos esse poder. Sejamos todos defensores dos direitos humanos.

(25/11/2010) Mensagem do Secretário-Geral da ONU por ocasião do Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher

 (Nova York, 25/11/2010) - Ao celebrar o Dia Internacional de Eliminação da Violência contra as Mulheres 2010, reconhecemos os esforços generalizados e cada vez maiores para fazer frente a este problema. As organizações de mulheres já não estão mais sozinhas. Da América Latina aos Estados Unidos, da Ásia até a África, homens e adolescentes, jovens e velhos, músicos, personagens famosos, personalidades do esporte, meios de comunicação, organizações públicas e privadas e cidadãos e cidadãs estão fazendo mais para proteger as mulheres e meninas e promover seu empoderamento e seus direitos.
 
A plataforma de mobilização social chamada “Diga NÃO – UNA-SE” registrou quase 1 milhão de atividades realizadas pela sociedade civil e pessoas de forma individual em todo o mundo. Em agosto deste ano, a 5ª Conferência Mundial da Juventude celebrada no México, a mensagem da juventude ativista do mundo inteiro era muito clara: “Chegou o momento de acabar com a violência contra as mulheres e meninas”. Também os Estados-membros estão comprometidos com a causa. Até novembro de 2010, na minha base de dados sobre o alcance, a natureza e as consequências da violência contra as mulheres, em que também são computadas políticas e programas destinados ao combate da pandemia, foram registrados mais de 100 relatórios apresentados pelos governos.

(25/11/2010) "Fim da violência contra as mulheres nós, todos e todas, devemos nos unir"

Mensagem da Subsecretária-Geral da ONU Mulheres, Michelle Bachelet,

Por ocasião do Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher


 
(25/11/2010) - Nós nos juntamos aos milhões de mulheres e homens, grupos comunitários, redes pelos direitos das mulheres, parceiros governamentais, parlamentares, trabalhadores de saúde e professores que fazem do 25 de novembro - Dia Internacional pelo Fim da Violência contra as Mulheres - um dia em que nos unimos e renovamos nosso compromisso comum com o fim da pandemia global da violência contra as mulheres.
 
No mundo todo, mulheres e meninas continuam a sofrer violência dentro e fora de suas casas, muitas vezes pela ação de parceiros íntimos ou pessoas da sua confiança. A violência de gênero, especialmente a violência sexual, também se tornou uma característica complicada e persistente das situações de conflito armado. O fim das violações dos direitos humanos das mulheres é um imperativo moral pelo qual todos devemos lutar juntos. O impacto de tal flagelo na sociedade – seja de ordem psicológica, física ou econômica – não pode ser mais evidente. Enfrentar esta violação persistente também pode reverter o impacto econômico da significativa queda de produtividade e aumento dos gastos com os cuidados de saúde - recursos gastos com um problema evitável.

A campanha do Secretário-Geral “UNA – SE pelo fim da violência contra as mulheres” deu um novo impulso aos esforços para acabar com a violência contra as mulheres. Mais de 130 países contam hoje com leis contra a violência doméstica, mas é preciso fazer muito mais para aplicá-las e acabar com a impunidade. Mais homens e suas organizações estão aderindo a essa campanha pelo fim da violência contra as mulheres e meninas; porém, precisamos combater atitudes e comportamentos que pemitem ou até mesmo estimulam essa violência. Precisamos de serviços que permitam que os milhões de mulheres e meninas que sofrem abusos todo ano possam se recuperar e obter justiça. Preicsamos responsabilizar os perpetradores. Precisamos intensificar os esforços de prevenção, de modo que um dia não precisemos mais nos reunir no 25 de Novembro e pedir o fim da violência contra as mulheres.

A união de esforços para acabar com a violência é responsabilidade de todos. Governos, empresas privadas, organizações da sociedade civil, comunidades e indivíduos podem dar contribuições essenciais. Homens e meninos devem incentivar ativamente o respeito às mulheres e a tolerância zero com a violência. Líderes culturais e religiosos devem enviar mensagens claras sobre o valor de um mundo livre da violência contra as mulheres.
 
Tão importante quanto nos unirmos pelo fim da violência é assumirmos a responsabilidade aportar recursos suficientes para este fim. Até o momento, o investimento tem sido insuficiente. No ano passado, o Fundo Fiduciário da ONU pelo Fim da Violência contra as Mulheres atendeu apenas 3% das propostas que recebeu de programas essenciais para o avanço. O Fundo tem uma meta de US$ 100 milhões disponíveis por ano, quee todos podemos lutar para atingir. Esses recursos serão destinados a governos, organizações da sociedade civil e agências da ONU que atuam em incidência política e inovação pelo fim da violência contra as mulheres e meninas.
 
Passo a passo, podemos trabalhar juntos e juntas rumo ao dia em que todas as mulheres vivam livres de violência e realizem plenamente seu potencial como poderosas agentes de sociedades prósperas e pacíficas.
 

(01/11/2010) Unifem ONU-Mulheres: Eleição da Primeira Presidenta Brasileira

NOTA PÚBLICA: Eleição da Primeira Presidenta Brasileira

 

Brasília, 1º de novembro de 2010.


A eleição da Senhora Dilma Rousseff como primeira Presidenta do Brasil é um marco histórico para a política e a sociedade brasileira. É a consagração da luta de gerações e gerações de mulheres brasileiras que, desde o início do século XX, lutaram para conquistar o direito ao voto e, finalmente, a condição de serem eleitas pelo voto popular à mais alta esfera do Poder Executivo.

A chegada das mulheres brasileiras ao poder tem sido extremamente lenta e obstaculizada pela tradicional e prevalente concentração de poder masculino. Somente em 1950 foi eleita a primeira deputada federal brasileira; em 1990, a primeira senadora; e em 1994, a primeira governadora.

Na cronologia das mulheres nos espaços de poder e tomada de decisão, 2010 inscreve sua marca com a simbólica ruptura de uma tradição secular de exclusão política. À luz do empoderamento político das mulheres – assumido há quinze anos como compromisso mundial na IV Conferência sobre a Mulher –, o Brasil dá um passo fundamental na direção de um novo paradigma de gênero e poder, já experimentado em outras nações latino-americanas.

Desejamos pleno êxito à primeira Presidenta do Brasil em seu mandato, para o qual o UNIFEM-ONU Mulheres espera contribuir, no âmbito de sua missão de promover os direitos humanos das mulheres e a conquista da igualdade de gênero.


Dra. Rebecca Reichmann Tavares
Representante do UNIFEM Brasil e Cone Sul
(parte da ONU Mulheres)

 

 

Fonte: Unifem-ONU Mulheres

(04/03/2009) Dia Internacional da Mulher - Mensagem do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon

(24/11/2009) Mensagem do Secretário Geral da ONU: Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres

(09/08/2010) Ban Ki-moon: Mensagem pelo Dia Internacional dos Povos Indígenas

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