UNIFEM
 
 
CALENDÁRIO

O Dia Nacional de Combate a Intolerância Religiosa, celebrado em 21 de janeiro, foi oficializado pela Lei nº 11.635, em 2007. A data homeageia a sacerdodisa Gildásia dos Santos e Santos, a Mãe Gilda. Ialorixá do terreiro Axé Abassá de Ogum, em Salvador, Mãe Gilda morreu de enfarte, após ver sua foto publicada no jornal de uma igreja evangélica, acompanhada de texto depreciativo. Semanas antes, o terreiro de Mãe Gilda fora invadido por evangélicos. A Igreja Universal do Reino de Deus, responsável pela publicação da Folha Universal, foi condenada a indenizar a família da ialorixá.

Instituído em 2005 pela Assembleia-Geral da ONU, o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto  incentiva a sociedade civil a promover a memória do Holocausto para que as gerações futuras não repitam os erros do passado. A data escolhida relembra o dia de libertação dos campos de concentração de Auschwitz-Birkenau, onde centenas de milhares de judeus e outros intergrantes de grupos, como os ciganos e prisioneiros políticos, foram mortos pelos nazistas. Em 2011, a data tem como tema "As mulheres e o Holocausto: coragem e compaixão".

No código eleitoral Provisório (Decreto 21076), de 24 de fevereiro de 1932, o voto feminino no Brasil foi assegurado, após intensa campanha nacional pelo direito das mulheres ao voto. Fruto de uma longa luta, iniciada antes mesmo da Proclamação da República, foi ainda aprovado parcialmente por permitir somente às mulheres casadas e às viúvas e solteiras que tivessem renda própria, o exercício de um direito básico para o pleno exercício da cidadania. Em 1934, as restrições ao voto feminino foram eliminadas do Código Eleitoral, embora a obrigatoriedade do voto fosse um dever masculino. Em 1946, a obrigatoriedade do voto foi estendida às mulheres. Foram muitas as mulheres que lutaram pela conquista do direito ao voto feminino: Julia Barbosa, Bertha Lutz, Leolinda Daltro, Celina Vianna, Nathércia da Cunha Silveira, Antonietta de Barros, Almerinda Gama, Jerônima Mesquita, Maria Luisa Bittencourt, Alzira Teixeira Soriano, Carlota Pereira de Queiroz, Josefina Álvares de Azevedo, Carmen Portinho, Elvira Komel, Amélia Bevilacqua, Isabel de Sousa Matos e diversas outras mulheres que participaram de tão importante conquista.

Fonte: SPM

O 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, simboliza a busca por equidade de gênero, pelos direitos políticos e o empoderamento das mulheres. A criação do Dia Internacional da Mulher foi proposto em 1910, no II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas, pela alemã Clara Zetkin. Não se definiu, naquele Congresso, um dia específico. É certo que a data está ligada ao movimento sindical feminino, mas as razões da escolha do dia 8 de Março são controversas. Apartir de 1970, a data passou a ser associada a um incêndio em Nova York, no qual morreram dezenas de operárias grevistas. Também foi associada à greve de tecelãs russas, em 1917, que muitos consideram um momento inaugural da revolução soviética.

No Brasil as comemorações do Dia Intenacional da Mulher remonta às mulheres trabalhadoras ligadas ao partidos de esquerda. Com o fechamento do regime democrático em 1964 esta data foi esquecida e volta a aparecer nos anos 70 com as organizações das mulheres.

 

Em 1976, a ONU escolhe o dia 21 de março como o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, para lembrar os 60 negros mortos e as centenas de feridos na cidade de Shapeville, África do Sul, em 21 de março de 1960. Estas pessoas foram vítimas da intransigência e do preconceito racial quando pacificamente realizavam uma manifestação de protesto contra o uso de “passes” para os negros poderem circular nas chamadas áreas “brancas” da cidade.

Fonte: SPM

Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia participa do 5º Fórum Urbano Mundial, em 2010



Durante a ditadura militar no Brasil (1964-1984) foi proibida a comemoração do Dia Internacional da Mulher, 8 de março. Por esta razão, instituiu-se o 30 de abril como Dia Nacional da Mulher, para escapar da proibição.

Fonte: SPM

Neste dia, no ano de 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da sua lista de transtornos mentais, reconhecendo que não se trata de uma doença e, portanto, não precisa ser “tratada”. Por esta razão, todos os anos, nesta data, se comemora o Dia Internacional contra a Homofobia.

Fonte: SPM

<< Início < Anterior 1 2 Próximo > Fim >>
Página 1 de 2
Banner
« Maio 2012 »
Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Dom
  1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 31      
Banner
Banner
Banner
Banner
 
 

ONU Mulheres - EQSW 103/104 Lote 01, Bloco C, 1 andar - Sudoeste - Brasília - DF CEP 70670-350

Tel: 55 (61) 3038.9282 - email: interagencial.gre@unwomen.org

 
youtube
rss
twitter
facebook
orkut
artificie